5 pessoas que você não sabia que tinham ficha no FBI

Os agentes ficam de olho nos famosos que acham suspeitos. Aqui, a revelação das fichas de algumas celebridades muito amadas e controvertidas nos Estados Unidos.          
 

Steve Jobs

Em 1991, o FBI investigou Jobs quando seu nome foi apreciado para um cargo no Conselho de Exportação e Comércio Exterior do presidente George H. W. Bush. De acordo com a ficha, “vários indivíduos questionam a honestidade de Jobs e afirmam que ele torcerá a verdade e distorcerá a realidade para alcançar seu objetivo”. O relatório incluía uma confissão do presidente da Apple, que morreu em 2011, de que experimentara LSD na adolescência: “Foi uma experiência positiva que mudou a minha vida.”

Helen Keller

Primeira pessoa surda e cega a obter um diploma universitário, Helen Keller atraiu a atenção do FBI por boa parte do início do século 20. Socialista, crítica declarada do presidente Woodrow Wilson, partidária do controle da natalidade e fundadora, entre outros, da União Americana pelas Liberdades Civis, era considerada radical na época.

Jackie Robinson

Depois de uma carreira bem-sucedida no esporte profissional – ele foi o primeiro jogador negro da liga profissional americana de beisebol –, Robinson se envolveu na política e apoiou as candidaturas presidenciais de Richard Nixon, Nelson Rockefeller e Hubert Humphrey. Em 1966, o FBI abriu a ficha para acompanhar sua participação no movimento pelos direitos civis dos negros e a ligação com um centro no bairro do Harlem, em Nova York, da entidade comunista Associação Internacional dos Trabalhadores.

Charlie Chaplin

A pasta com 2 mil páginas sobre o astro do cinema mudo criada por J. Edgar Hoover no ano de 1922 detalha a teoria dos federais de que Chaplin, cidadão britânico, era simpatizante do comunismo e potencial ameaça à segurança nacional. O FBI chegou a alistar o MI5, seu equivalente britânico, para espionar Chaplin. Quando o procurador-geral dos Estados Unidos impediu que ele voltasse ao país após uma viagem a Londres, em 1952, o ator deu um basta. Com a mulher, Oona, Chaplin mudou-se permanentemente para a Suíça, onde morreu 25 anos depois.

Walt Disney

Walt Disney e o FBI tiveram uma relação complexa durante trinta anos – de 1936 até a sua morte em 1966. No ápice do macartismo, o criador de Mickey Mouse trabalhou como informante e entregou ao órgão o nome de várias pessoas de Hollywood que ele julgou ligadas ao comunismo. Mas o serviço tinha as suas vantagens, como a permissão de filmar segmentos sobre o FBI na sede da entidade em Washington para o programa de TV Mickey Mouse Club.

 

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