A família do futuro

10 perguntas que revelam o seu futuro e o de todos nós.
 

<p>No celebrado filme Gladiador, o general Maximus, personagem vivido por Russell Crowe, diz, antes de uma batalha: "O que fazemos na vida ecoa na eternidade." Não precisamos ir tão longe. Vamos falar do que fazemos hoje e de como nossas atitudes - das quais às vezes nem nos damos conta - podem construir a família brasileira dos próximos anos. Para encontrar pistas de como estamos nos preparando para o futuro, Seleções descreveu dez situações reais e atuais e submeteu-as à análise de um grupo variado de leitores. De Maracanaú (CE) a Ponta Grossa (PR), 1.043 brasileiros responderam via Internet (você também pode fazer o teste!). Dos problemas com os adolescentes à relação com os idosos, da ética à genética, nossas reações apontam o caminho que a família brasileira deve seguir no futuro próximo. </p><p>"Jeitinho brasileiro" </p><p>O Brasil, como se sabe, é o país do "jeitinho" - nosso eufemismo para definir certas soluções que podem passar ao largo da lei. A pirataria, por exemplo, é um conceito que engloba tanto quadrilhas organizadas e transnacionais quanto o aparentemente inofensivo ato de copiar músicas e imagens de CDs ou DVDs. </p><p>Esse costume é uma realidade mundial, mas entre nós, como comprovou a pesquisa, parece não ser visto como um desvio ético. Na pergunta 1 (Pirataria), 26% dos pesquisados concordaram plenamente e 26%, apenas em parte. Ou seja, mais da metade concordou com um ato que, apesar de corriqueiro, é ilegal. "Sou contra viver de pirataria, mas se é para usar o CD ou o DVD a fim de diversificar a aula, acho lícito", diz Marli Mamede Alves, também professora, que respondeu à pesquisa. "Não temos condições de comprar nem um CD ao preço que está", acrescenta ela, que mora em Maracanaú (CE). O jornalista Sidney Rezende, âncora da Rádio CBN e apresentador da Globo News, preocupado com o resultado da pesquisa, lembra que a pirataria pode ser bastante danosa para a economia do país: "Além de ser crime, quebra o mercado de trabalho e destrói a capacidade do Estado de arrecadar impostos." </p><p>A professora Marli, que defendeu sua colega, indignou-se com a atitude de outro personagem da nossa pesquisa: o escritor da pergunta 4 (Sem recibo). "O dentista age de má-fé para não pagar imposto. Um caso como este deveria ser denunciado", diz ela. </p><p>São mais de 47% que apóiam ou não rejeitam - pelo menos de forma absoluta - a atitude. "As pessoas criticam, mas, na hora que deparam com situações como essa, acabam aceitando. Ainda que a índole seja honesta [Marli, a propósito, garantiu que não compra mercadoria pirateada], elas seguem a dança para não serem rotuladas de idiotas", diz o jornalista Boris Casoy. O deputado Fernando Gabeira concorda com Casoy: "Há uma certa resignação com uma realidade que pode ser mudada. O mesmo sujeito que aceita a consulta sem o recibo vai achar certo também dar dinheiro ao guarda para se livrar de uma multa", afirma ele. </p><p>Tanto o deputado quanto o âncora do telejornal da emissora JB TV acreditam que essa tolerância à transgressão à lei está se disseminando. "São exemplos que vêm de cima. A falta de compostura predomina em diversos escalões. Por isso, a atitude de um pai que não queira que o filho cresça vendo o errado como correto deve ser procurar dar o bom exemplo", diz Casoy. </p><p>Alguns dados da pesquisa, no entanto, apontam para uma resistência ao vale-tudo, principalmente diante de situações que podem acarretar punição. Apenas 11% concordam plenamente com a atitude do pai que deixa o filho de 16 anos dirigir (pergunta 10, Menor ao volante). "Não tem nem que argumentar", afirma o técnico em telecomunicações Luiz Antônio Barbosa, 51 anos, de Uberaba (MG). "A gente tem de estar amparado nas leis. Um acidente num caso desses pode trazer grandes transtornos." </p><p>Para a educadora Tania Zagury, esse é um resultado a se comemorar. "No Brasil de hoje, muitos pais, diante do quadro de corrupção e impunidade, têm dúvida sobre quais valores transmitir aos filhos. Mas esse resultado indica que a maioria é honesta." </p><p>Violência cotidiana </p><p>Mas o que fazer quando até nossos políticos premiam ações que contrariam a lei e mesmo o bom senso? Na pergunta 2 (Violência urbana) a decisão dos vereadores cariocas de outorgar uma medalha à aposentada foi unânime. Marivalde Santos, de Campo Grande (MS), discorda da atitude dos vereadores. "Não se justifica premiar uma pessoa que tirou a vida de outro ser humano", diz a funcionária pública de 54 anos. </p><p>Pensam como Marivalde 54% de todos os pesquisados. "Foi uma atitude irresponsável e demagógica", afirma, taxativo, Boris Casoy. "Não se deve incentivar as pessoas a praticar justiça com as próprias mãos. Para isso existe o Estado", completa Sidney Rezende. </p><p>Sem perdoar a iniciativa dos vereadores, ambos os jornalistas concordam, no entanto, que atitudes como a da aposentada são conseqüência da dificuldade de o Estado brasileiro combater a insegurança que abate o país. Mas, para além da questão policial, certas ações nossas no dia-a-dia também podem alimentar essa insegurança. </p><p>Na pergunta 6 ("Feira de usados"), 18% dos pesquisados concordam com a advogada que teve o CD player roubado. Marcos Prado, produtor do filme Tropa de elite, em fase de conclusão, que aborda a violência no Rio e o trabalho da Polícia Militar, lamentou o resultado. "Isso demonstra uma falta de senso de coletividade. É realimentar o crime que depois vai atingir você mesmo - uma atitude antiética, reflexo de uma crise de valores." </p><p>A maioria dos pesquisados (68%) discordou plenamente dos métodos da advogada, mas outros, como o estudante de Direito Ricardo José do Amarante, de Ponta Grossa (PR), enxerga dois lados na questão: "Ela pode estar instigando o furto, mas no Brasil os encargos sobre os produtos novos são enormes." </p><p>Escolhas individuais? </p><p>Mesmo quando uma atitude parece dizer respeito exclusivamente a nós mesmos, pode ser um incentivo a práticas ilegais ou nocivas não só para o indivíduo como para a coletividade. Como o caso da atriz da questão 3 (Sem regulamentação). É claro que remédios como esse só serão fabricados à medida que haja quem os compre. E, se a nossa personagem foi auxiliada por um médico que, apesar de inescrupuloso, foi eficiente, haverá quem não tenha a mesma sorte. Portanto, quem lança mão desse expediente está, de forma indireta, pondo em risco a sua saúde e a de outras pessoas. </p><p>Seis em cada dez pessoas que responderam à pesquisa discordam totalmente da atitude da atriz. Mônica Martelli, autora e protagonista da comédia Os homens são de Marte e é pra lá que eu vou, que trata dos problemas atuais das mulheres, explica: "Na nossa profissão, a aparência é muito importante. Numa situação de desespero, para não perder o trabalho, às vezes tomamos atitudes que não são as melhores." O psicanalista Luiz Alberto Py vê na condenação da atriz uma postura conservadora. "Sou contra esse tipo de droga, mas a moça não se automedicou. Ela não agiu por futilidade; defendia suas chances de trabalho." </p><p>Tema ainda mais polêmico e cuja discussão está apenas no começo é a escolha do sexo dos filhos, questão 9 (Fertilização in-vitro). Cinco em cada dez entrevistados discordam da atitude do biólogo - rejeição a uma decisão que, a princípio, não parece nociva. "É a dificuldade de absorver novas idéias", afirma Luiz Alberto Py. Para ele, essa resistência é a mesma que impede o avanço de pesquisas como as da clonagem e das células-tronco. </p><p>Já Tania Zagury ressalta que, nessa questão, muita gente optou por concordar ou discordar em parte. "No fundo, as duas opções representam a mesma coisa. Há uma série de questões filosóficas e religiosas envolvidas nesse tema, o que explica as dúvidas entre uma ou outra escolha." De qualquer forma, as restrições à atitude do biólogo são ilustradas pela justificativa do uberabense Luiz Antônio Barbosa: "Sou uma pessoa religiosa e, para mim, isso vai contra a natureza." Mônica Martelli, que tem 37 anos e planeja o primeiro filho para este ano, também acha que a atitude do biólogo contraria a natureza. Mas faz uma ressalva: "Se você me fizer essa pergunta daqui a vinte anos, provavelmente esse processo já terá se tornado...'natural'." </p><p><strong>Polêmicas em casa</strong> </p><p>Em qualquer análise do comportamento da família brasileira, uma questão sempre polêmica são os limites no namoro dentro de casa. Dessa vez não foi diferente. Ao analisar a atitude da mãe na questão 8 (Mãe permissiva), a maioria (58%), como era de esperar, discordou totalmente. Mas quase 27%, índice bastante significativo, concordaram, pelo menos em parte. </p><p>Foi o caso de Claudelino Bersa, contador de 54 anos, de São Paulo (SP). "Claro que é preciso cuidado para o jovem não se exceder. Mas se o namorado tem boa índole e a relação é estável, não há problema. Não vai ser essa proibição que vai impedir nada", diz ele, cujo filho, de 22 anos, é proibido de dormir na casa da namorada. </p><p>Tania Zagury flagrou no enunciado da pergunta um argumento que vê muito em sua prática diária: "Os pais não devem se deixar levar pelo argumento dos filhos de que "todo mundo deixa". Não é porque o vizinho deixou que você deve fazer o mesmo." Para ela, a decisão sobre o assunto precisa ser bem pesada. "Se você permite hoje porque o atual namorado de sua filha é muito educado, precisa pensar que amanhã poderá ser outro bem diferente", pondera Tania. </p><p>O deputado Fernando Gabeira, que sempre teve uma postura crítica em relação ao machismo característico da sociedade brasileira, levanta outro ponto: "Se a pergunta fosse a respeito do filho homem, decerto o resultado não teria sido tão taxativo." </p><p>Gabeira também comentou as respostas dos pesquisados à pergunta 5 (Invasão de privacidade), que obteve o maior índice de aprovação à atitude descrita nas questões: 41% concordaram plenamente; 32%, em parte. "Se existe um diálogo permanente na família e também na sociedade sobre o tema drogas, uma atitude dessa natureza nem chega a ser cogitada, embora as drogas sejam uma preocupação real", diz ele. Rosemari Emeri Lima, de Osasco (SP), mãe de um garoto de 18 anos e de uma jovem de 21, concorda: "Eu costumo dialogar muito com meus filhos. Mas apelaria para qualquer método para vê-los livres de um envolvimento com drogas." </p><p>Aparentemente nossa preocupação com as drogas hoje é maior do que com uma das queixas mais comuns na transição da infância para a fase adulta: a falta de privacidade. "Até que os filhos possam se sustentar sozinhos, é direito dos pais zelar por eles", afirma Tania Zagury. </p><p><strong>Relação com os idosos</strong> </p><p>A questão que obteve o maior índice de desaprovação à atitude apresentada foi a 7 (Lar para idosos): 72% discordaram totalmente da atitude, contra apenas 1% de apoio total. A resposta parece desafiar o senso comum, segundo o qual nós não respeitamos nossos idosos. "Minha resposta naturalmente seria esta: discordo plenamente", diz a Dra. Zilda Arns, responsável pela Pastoral da Pessoa Idosa, organismo de ação social da CNBB. "Nós acompanhamos 64 mil idosos em 405 municípios. O que se verifica nas visitas domiciliares é a carência de afeto, do diálogo fraterno em muitas famílias. Existem casos em que a aposentadoria ou pensão é administrada por filhos, que a utilizam para as próprias necessidades, negligenciando os cuidados com os pais", continua ela. "Mas o resultado da pesquisa é um alento. O próximo passo é reaprendermos a trocar idéias com os idosos e ouvir sua experiência de vida. A experiência traz muita sabedoria", diz a médica, lembrando que a maioria dos voluntários que trabalham nas Pastorais têm mais de 60 anos. </p><p>O contador Claudelino Bersa pode ser considerado a antítese do nosso engenheiro. Ele conta que deixou o emprego em Campo Grande (MS) e retornou a São Paulo para cuidar da mãe de 83 anos, depois que a saúde dela piorou: "Minha mãe é meu bem mais precioso." Segundo o IBGE, em 2005 o país tinha 16 milhões de pessoas com mais de 60 anos; em 2030 terá 40 milhões. Diante das rápidas mudanças na sociedade, inclusive em aspectos como a ética, será que estaremos preparados para lidar tanto com eles quanto com nossos filhos? "Teremos de estar", afirma a sábia Dra. Zilda Arns, de 72 anos. </p><p><strong>1. Pirataria</strong> </p><p>Após usar imagens da embalagem de um CD e de um DVD no trabalho escolar do filho, a mãe, uma funcionária pública, recebeu da professora o pedido para que os emprestasse para ela fazer uma cópia. A mãe então pediu ao filho que entregasse o CD e o DVD à professora no dia seguinte. </p><p>Sobre a atitude da mãe, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>2. Violência urbana</strong> </p><p>Ao caminhar por uma avenida movimentada, uma aposentada foi surpreendida por um ladrão que tentou roubar sua bolsa. Ela sacou um revólver e atirou, ferindo-o na mão. Foi presa e será processada, pois não tinha porte de arma. Mas os vereadores da cidade decidiram homenageá-la com uma medalha por sua coragem. </p><p>Sobre a atitude dos vereadores, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>3. Sem regulamentação</strong> </p><p>Uma atriz jovem e famosa engordou 19 quilos na gravidez. Sem conseguir fazer dieta, aceitou a sugestão de um médico famoso no meio artístico e passou a tomar um coquetel de remédios não regulamentados. Em menos de 90 dias voltou ao seu peso normal e ganhou um papel na novela. </p><p>Sobre a atitude da atriz, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>4. Sem recibo</strong> </p><p>Na hora de receber o pagamento pela consulta do dentista, a atendente perguntou ao paciente, um escritor famoso, se ele queria com recibo ou sem recibo. Sem recibo, ela explicou, o valor da consulta seria 30% menor. O escritor abriu mão do recibo. </p><p>Sobre a atitude do escritor, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>5. Invasão de privacidade</strong> </p><p>Ao receber queixas do desempenho do filho adolescente na escola e perceber que o rapaz tinha se tornado lacônico e impreciso nas respostas em casa, saindo o tempo todo com amigos dos prédios vizinhos, os pais decidiram contratar um detetive para saber se ele estava envolvido com drogas ou más companhias. </p><p>Sobre a atitude dos pais, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>6. "Feira de usados"</strong> </p><p>Ao sair do cinema uma advogada viu que haviam quebrado o vidro do seu carro e roubado o CD player pelo qual pagara R$ 400. Quando contou o episódio a colegas do trabalho, foi aconselhada a passar num "feirão de usados", onde encontrou o mesmo aparelho de CD, sem embalagem e sem nota fiscal, por R$ 150. Ela o comprou. </p><p>Sobre a atitude da advogada, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>7. Lar para idosos</strong> </p><p>Após perder o pai, um engenheiro notou que a mãe de 72 anos se tornara muito dependente da sua companhia na casa onde morou com o marido por 47 anos. Ocupado com as exigências do trabalho, mesmo contra a vontade da mãe, ele decide colocá-la num lar para idosos. </p><p>Sobre a atitude do engenheiro, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>8. Mãe permissiva</strong> </p><p>Quando soube que os vizinhos permitiam que o filho dormisse com a namorada em casa, uma dermatologista aceitou que o namorado da filha de 17 anos passasse a noite no quarto da garota, com a porta trancada. </p><p>Sobre a atitude da dermatologista, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>9. Fertilização in-vitro</strong> </p><p>Um biólogo, com três irmãos homens, e dois filhos homens, sugere à mulher que façam fertilização in-vitro para garantir que o próximo bebê seja do sexo feminino. </p><p>Sobre a atitude do biólogo, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>10. Menor ao volante</strong> </p><p>O filho de 16 anos do seu melhor amigo, um garoto inteligente e responsável, costuma manobrar o carro do pai, com a autorização deste. O rapaz é hábil e cuidadoso ao volante. O pai do rapaz conta a você que tem orgulho do filho, pois, quando esteve de cama, foi o garoto que levou a mãe de carro ao médico. </p><p>Sobre a atitude do seu amigo, você: <br />A ( ) Concorda totalmente <br />B ( ) Concorda em parte <br />C ( ) Discorda em parte <br />D ( ) Discorda totalmente </p><p><strong>Com o que somos mais tolerantes?</strong> </p><p>Entre as questões tratadas na pesquisa, as pessoas se revelaram mais permissivas em: </p><p>Invasão de privacidade (5) 74,3% <br />Pirataria (1) 52,8% <br />Violência urbana (2) 45,7% <br />Fertilização in-vitro (9) 43,55% <br />Menor ao volante (10) 41% <br />Sem recibo (4) 32,5% <br />Mãe permissiva (8) 26,7% <br />Sem regulamentação (3) 22,9% <br />"Feira de usados" (6) 18% <br />Lar para idosos (7) 13,6% </p><p><strong>Avalie suas respostas:</strong> </p><p>Se você assinalou a maior parte de respostas A e B, não estamos duvidando de sua ética, mas talvez não tenha se detido atentamente às conseqüências de suas opções. É provável que você se ache avançado e veja sua concepção do mundo como moderna, mas nem sempre o que condiz com a lei de Gerson ("Leve mais vantagens") traz benefícios reais. </p><p>Se as respostas se concentraram nas letras C e D, não resta dúvida de que você respeita a ética e os valores do passado. Mas cuide para não ser tão crítico com os outros. Lembre-se de que muito do que foi condenado no passado hoje é considerado natural e corriqueiro. Assim, as atitudes condenáveis de hoje também podem vir a se tornar questões triviais. </p> 

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