Eu e meu gato

Rita Lee canta uma música assim: “eu e meu gato...”. Aqui em casa, somos nós e o gato. O bichano já faz parte da família.
 

Rita Lee canta uma música assim: “eu e meu gato...”. Aqui em casa, somos nós e o gato. O bichano já faz parte da família. Até do Vô Remy já conquistou a simpatia. Fica na porta aguardando qualquer um da casa chegar, só para lhe passarem o pé no lombo.
Sua história é um pouco diferente das que conhecemos, um gato que podemos chamar de místico. Dreizhen Freitag, esse é o seu nome. Em 13 de junho de 2008, uma sexta-feira 13, lá pelas 16hs, um gato bem preto de olhos verdes entrou no meu estabelecimento comercial e, como amo gatos, corri para pegá-lo. Era pequeno, aparentava uns três meses. Ficou combinado com meu filho que, se aparecesse o dono, ele seria devolvido. Passou um dia, e mais uns dias, e o gato foi ficando. Providenciamos areia, ração, guloseimas. Uma vida louca de boa, com direito a dormir nos pé da cama, e se duvidar bem no inverno chegava a entrar embaixo das cobertas.  Está tão famoso na cidade que já chegou a sair no jornal local. Até seu nome é exótico: em alemão, significa sexta-feira treze. Digno de um gato diferente, seu pelo chega ser longo e extremamente macio, brilhoso e reluzente. Seu banho é de língua mesmo. Acho que gato preto deste jeito não merece ser molhado, tem medo da água. Hoje ele conquistou a todos nós, simpático e dócil, aceita apertos inclusive de estranhos que sempre o querem no colo quando vêm me visitar no trabalho. Ele tem livre acesso em meu escritório, caminha pelas mesas, faz pose para fotos e acredito que só me trouxe mais sorte em todos os aspectos da minha vida. No mês de agosto temos mais uma sexta-feira 13, e é muito interessante mostrar que não existe superstição e os bichos são lindos e amados por nós.

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