Siga a prescrição: tome os remédios até o fim do tratamento

Os principais motivos que levam 30% dos pacientes a pararem de tomar remédios antecipadamente.
 

<p> </p>>Filadélfio da Silva Carvalho</span>, 50 anos, de Rio Verde (GO), estava em casa no dia 3 de <span style="font-weight: bold;">março</span> de 2008 quando <span style="font-weight: bold;">começou a passar mal</span>: sua <a href="../selecoesevoce_artigo.asp?id=2&artigo=322" target="_blank"><span style="font-weight: bold;">pressão subiu</span></a>, teve <a href="../selecoesevoce_artigo.asp?artigo=203&id=2" target="_blank"><span style="font-weight: bold;">dor de cabeça</span></a>, <span style="font-weight: bold;">falta de ar</span> e <span style="font-weight: bold;">visão turva</span>. Foi correndo ao hospital, onde um <span style="font-weight: bold;">eletrocardiograma revelou sobrecarga no lado esquerdo do coração</span>. Filadélfio foi <span style="font-weight: bold;">encaminhado ao Centro de Referência em Hipertensão e <a href="../loja_produto.asp?id=2014115&area=1&categoria=203" target="_blank">Diabetes </a>(CRHD), medicado e com a recomendação de tomar os remédios para hipertensão arterial.</span> <span style="font-weight: bold;">Três meses depois, voltou ao CRHD cinco quilos mais magro.</span> Além dos sintomas anteriores, ele<span style="font-weight: bold;"> agora estava com quadro de hiperglicemia</span>. De novo, <span style="font-weight: bold;">foi medicado e orientado.</span> Em <span style="font-weight: bold;">setembro</span>, Filadélfio retornou ao CRHD, desta vez apresentando <span style="font-weight: bold;">doença renal crônica</span>, <span style="font-weight: bold;">retinopatia diabética, com perda de 30% da visão</span>. <span style="font-weight: bold;">Dois meses depois</span>, foi novamente atendido, com <span style="font-weight: bold;">inchaço no corpo inteiro</span>. “Nós <span style="font-weight: bold;">não entendíamos por que ele não melhorava com o tratamento</span>. Foi só então que <span style="font-weight: bold;">ele confessou que havia seis meses não tomava a medicação para hipertensão e diabetes</span>”, conta Reila Campos, coordenadora do CRHD. “A saúde dele está gravemente comprometida. Esperamos que ele agora passe a aderir ao tratamento e entenda a importância de tomar os medicamentos na hora certa”, diz Reila.</p> <h3><span style="color: #339966;">Os perigos de abandonar os remédios prescritos pelo médico</span><br /></h3> <p><span style="font-weight: bold;">Muitos de nós nem pensam duas vezes antes de abandonar o tratamento prescrito pelo médico</span>. Não gostamos dos efeitos colaterais, já estamos nos sentindo melhor, não nos sentimos melhor, não temos dinheiro para comprar os remédios, simplesmente esquecemos... <span style="font-weight: bold;">Mas o perigo de interromper a medicação subitamente é bastante real. </span></p> <p>“Quando o médico recomenda um tratamento tem em vista que a ação do medicamento se dá em determinado período”, explica João Massud Filho, professor e coordenador do curso de Especialização em Medicina Farmacêutica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p> <p>“<span style="font-weight: bold;">Se o paciente interrompe o tratamento por conta própria, pode haver falta de eficácia do remédio, aumento de resistência aos antibióticos (se tiverem sido prescritos) e surgimento de sintomas da interrupção (principalmente nos casos de distúrbios do sistema nervoso central)”</span>, explica ele.</p> <p> </p> <h3><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">Razões comuns para abandonar os remédios e o que você precisa saber antes de fazer isso</span></span>.</h3> <p> </p> <p><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">1) Melhora dos primeiros sintomas</span></span></p> <p><span style="font-weight: bold;">“Eu estava me sentindo bem.”</span></p> <p>A menina <span style="font-weight: bold;">Lohayne Campos, de 13 anos, costuma ter infecções de garganta frequentemente</span>. Há quatro meses, teve mais uma crise. <span style="font-weight: bold;">O médico receitou sete dias de antibiótico</span>. Mas, <span style="font-weight: bold;">em quatro dias, sentindo-se melhor, pediu à mãe para parar de tomar o remédio.</span> “Eu me arrependi de ter deixado”, conta Cláudia Campos, de São Gonçalo (RJ). <span style="font-weight: bold;">Ela interrompeu a medicação e, logo na semana seguinte, voltou a sentir a garganta doer, perdeu o apetite, e teve febre alta</span>. A mãe e a menina voltaram <span style="font-weight: bold;">ao médico, que receitou o mesmo medicamento e enfatizou que seria preciso tomar tudo de novo, por sete dias</span>. Mas, <span style="font-weight: bold;">novamente, a situação se repetiu e Lohayne parou de tomar o remédio antes do prazo estipulado</span>. Até que, <span style="font-weight: bold;">na terceira crise seguida, Cláudia percebeu como era importante seguir à risca a recomendação médica</span>. “Mesmo que meus filhos peçam para parar de tomar, eu não deixo mais”, garante ela.</p> <p> </p> <p class="MsoNormal"><span>Sentir-se bem não significa que todas as bactérias foram mortas nem que a infecção foi erradicada. Com o tratamento parcial, os estrepto­cocos podem atingir o coração e os rins, por exemplo. Interromper a medicação cedo demais também pode contribuir para o problema crescente das <strong>bactérias resistentes a antibióticos.</strong></span></p> <p> </p> <p>Quem tem doenças crônicas, como hipertensão arterial e diabete tipo 2, costuma abandonar os comprimidos porque, para começar, não apresenta qualquer sintoma. <span style="font-weight: bold;"><strong></strong></span></p> <p><span style="font-weight: bold;"><strong>Pergunte sempre ao médico quanto tempo você deve tomar o remédio receitado.</strong> </span></p> <p> </p> <p><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">2) Efeitos colaterais dos remédios estimulam a interrupção do tratamento médico</span></span></p> <p><span style="font-weight: bold;">“Não gosto dos efeitos colaterais.”</span></p> <p>O militar <span style="font-weight: bold;">Agnelo Ferreira Leite Neto</span>, <span style="font-weight: bold;">28 anos</span>, <span style="font-weight: bold;">toma medicação</span> específica para <span style="font-weight: bold;">epilepsia</span> desde os <span style="font-weight: bold;">16</span>. Enquanto seguiu corretamente a recomendação médica, não teve crises. Só não gostava do efeito colateral do remédio: cansaço e sono excessivo. Mas, <span style="font-weight: bold;">quase cinco anos depois de iniciar o tratamento, ele decidiu que iria parar de tomar</span>. “Achei que já estava bom e parei”, diz ele. O resultado: <span style="font-weight: bold;">em menos de oito meses, teve uma crise.</span> “<span style="font-weight: bold;">Tive enrijecimento do pescoço, escurecimento da visão e apaguei</span>. Minha sorte é que eu estava na casa da minha sogra e fui socorrido imediatamente”, lembra Agnelo. <span style="font-weight: bold;">Apesar disso, ele insistiu em não retomar a medicação</span>. “Não gostava de me sentir dependente de um remédio para viver”, diz.</p> <p><span style="font-weight: bold;">Dois meses depois, Agnelo teve outra convulsão</span>. “De novo estava em casa e fui atendido pela minha mulher, Erika. Se estivesse na rua, poderia ter sido pior.” <span style="font-weight: bold;">Depois das crises, ele resolveu voltar ao médico e recomeçar o tratamento.</span> “Vou ter de conviver com o remédio, pois sem ele não tenho qualidade de vida”, afirma Agnelo.</p> <p> </p> <p class="MsoNormal"><span>Em alguns casos, não é preciso interromper a medicação para se livrar dos efeitos colaterais desagradáveis. Uma dose menor ou a troca do medicamento podem ajudar. Converse com seu médico sobre opções.</span></p> <p class="MsoNormal"><span style="color: #339966;"><strong><br /></strong></span></p> <p class="MsoNormal"><span style="color: #339966;"><strong>3) Medo de viciar-se em remédios</strong></span></p> <p> </p> <p><span style="font-weight: bold;">“Não quero me viciar.”</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Maria da Consolação V. da Cunha Gonçalves, de 47 anos</span>, dona de casa em Muriaé (MG), <span style="font-weight: bold;">tomou durante cinco anos <a href="../selecoesevoce_artigo.asp?artigo=586&id=2" target="_blank">antidepressivos</a> como Bromazepam, Fluoxetina e Clonazepam</span>. “Logo que acordava, corria para tomar o remédio, mesmo sabendo que só deveria tomá-lo à noite. Ou ficava o dia inteiro ansiosa, esperando a hora chegar”, lembra. <span style="font-weight: bold;">“Eu já tinha ouvido falar que algumas pessoas não conseguem parar de tomar remédios contra depressão. Quando percebi que era dependente do antidepressivo, fiquei com medo.” Foi então que Maria decidiu interromper o tratamento sem consultar o médico que a acompanhava. “Foi horrível. Sentia tremores no corpo todo, dor de cabeça muito forte, não conseguia dormir nem comer direito.</span> E ainda fiquei tão irritada que não podia conversar com ninguém.”</p> <p> </p> <p class="MsoNormal">Parar de to­mar i<strong>nibidores seletivos da recaptação da serotonina</strong> (o tipo mais comum de antidepressivo) pode desencadear sintomas de abstinência, mas não porque eles viciem. “O vício ao medicamento é uma doença específica”, diz o Dr. Marco Antonio Alves Brasil, do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Psiquiatria.<span style="font-weight: bold;"> “O viciado tem fissura pela droga e sintomas graves de abstinência. Ninguém fica viciado em medicamentos receitados corretamente, a menos que exagere no uso ou abuse de remédios contra a dor ou a ansiedade”, explica ele. Os sintomas da abstinência de antidepressivos podem ser evitados reduzindo-se a dose aos poucos.</span></p> <p class="MsoNormal"><span style="color: #339966;"><strong>4) Remédios são caros</strong></span></p> <p><span style="font-weight: bold;"></span></p> <p> </p> <p><span style="font-weight: bold;">“Era caro demais.”</span></p> <p class="MsoNormal"><span style="font-weight: bold;">Maria de Lourdes Domingues Correia, de 65 anos</span>, sofre de<span style="font-weight: bold;"> <a href="../loja_produto.asp?id=2014137&area=1&categoria=203" target="_blank">asma grave</a></span>. Qualquer poeira ou cheiro forte pode desencadear uma crise. “Meus pulm&otiilde;es se fecham, não consigo respirar, é uma sensaç&aaaaaaaaatildde;o péssima”, conta. <span style="font-weight: bold;">Para evitar as crises, Maria de Lourdes precisa tomar vários remédios, entre eles o Singulair, cuja caixa com 30 comprimidos custa R$ 112. “Tive de interrom­per o tratamento. Sou aposentada e ganho R$ 480. Não tinha condições de pagar.”</span> Além deste, <span>ela tem de tomar um remédio injetável, o Xolair, que custa R$ 1.800 a ampola. “Preciso de duas doses por mês. Eu recebo o remédio de graça do Ministério da Saúde, mas isso só foi possível porque recorri à Associação Brasileira de Asmáticos, que entrou na Justiça, requerendo o medicamento para o Rio de Janeiro”</span>, conta ela.</p> <p> </p> <p>Maria de Lourdes também se esforça para pagar por pelo menos um dos remédios de que precisa, o Foraseq, que custa R$ 80 nas farmácias, mas que ela consegue com desconto porque tem uma carteira de fidelização com o laboratório fabricante.</p> <p> </p> <p class="MsoNormal"><span>Fique atento aos seus direitos. A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde (MS) afirma que o Governo Federal fornece gratuitamente alguns medicamentos de alto custo ou excepcionais, como aqueles para tratamento de doenças crônicas ou de uso contínuo. Para receber a medicação, o paciente deve procurar atendimento em hospitais da rede pública de saúde</span>.</p> <p> </p> <p class="MsoNormal">Pelo programa <span style="font-weight: bold;">Farmácia Popular do Brasil</span>, é possível<span style="font-weight: bold;"> conseguir medicamentos essenciais</span> (específicos para doenças de maior incidência no país)<span> <strong>a preço de custo.</strong>Basta apresentar a receita médica ou odontológica da rede pública ou particular. Além das farmácias próprias do programa, existem drogarias credenciadas que também dão descontos.</span></p> <p><span style="font-weight: bold;"></span></p> <div><br /></div><p><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">5) Remédios que supostamente causam câncer de mama<br /></span></span></p> <p><span style="font-weight: bold;">“Fiquei com medo do câncer.”</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Regina Helena Santana</span> (nome trocado para garantir a privacidade),<span style="font-weight: bold;"> 59 anos</span>, professora de Artes em São José dos Campos (SP),<span style="font-weight: bold;"> fez reposição hormonal por seis anos</span>. <span style="font-weight: bold;">Ao realizar uma mamografia em março de 2008, seu médico notou um sinal</span>. Como Regina <span style="font-weight: bold;">tinha ouvido falar da associação entre uso de hormônios e risco de câncer de mama, interrompeu o tratamento</span>. “As ondas de calor voltaram mais fortes”, lembra ela. “Perdi massa muscular, minha pele ficou flácida, fiquei irritada, além de ter insônia e depressão durante os quase 100 dias que fiquei sem o remédio.” <span style="font-weight: bold;">Por não tolerar mais os sintomas da menopausa, decidiu procurar um médico, que avaliou a mamografia, viu que não havia risco de câncer e a aconselhou a recomeçar a reposição. </span></p> <p><span style="font-weight: bold;">O Dr. César Eduardo Fernandes</span>, ginecologista de Regina e presidente da comissão científica da Sociedade Brasileira do Climatério, <span style="font-weight: bold;">diz que muitas mulheres desistiram da reposição hormonal por causa de notícias que associavam remédios à base de estrogênio e progesterona com o risco de câncer de mama.</span> “Os estudos foram veiculados de forma dramática, levando pânico às mulheres, como se os médicos tivessem cometido um equívoco ao indicar um remédio perigoso”, afirma o Dr. César. “<span style="font-weight: bold;">Mas a verdade é que há um risco muito pequeno se comparado aos benefícios da terapêutica. O melhor é jamais abandonar o tratamento sem ouvir antes a opinião do médico”, aconselha ele. </span></p> <p> </p> <p><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">Remédios conhecidos são sempre mais seguros<br /></span></span></p> <p><span style="font-weight: bold;">É prudente usar medicamentos mais antigos, cujos efeitos colaterais são conhecidos, em vez de substâncias mais novas. </span>“Infelizmente é inevitável que alguns efeitos adversos só apareçam quando um medicamento passa a ser consumido por muitas pessoas”, afirma João Massud Filho, coordenador do curso de Especialização em Medicina Farmacêutica da Unifesp. Algumas vezes um padrão só se evidencia depois de anos de uso por milhares de pessoas.</p> <p><span style="font-weight: bold;">Quando você receber a receita de um remédio novo, pergunte-lhe o motivo de essa nova substância ser melhor do que outra que já está no mercado há mais tempo. </span>Além disso, questione se existem efeitos colateriais adversos graves conhecidos. Antes de fazer uso de um remédio novo, discuta a segurança da nova substância com seu médico.</p> <p><span style="font-weight: bold;">Fale. Confie em seus instintos. Se você sentir alguma manifestação física ou mental, consulte seu médico o mais cedo possível. </span>No Brasil a notificação de efeito colateral é feita à Anvisa por médicos, odontólogos, farmacêuticos e enfermeiros.</p> <p> </p> <h3><span style="font-weight: bold;"><span style="color: #339966;">Como lidar com efeitos colaterais adverdos dos remédios</span><br /></span></h3> <p>Medicamentos estão associados a riscos e efeitos benéficos. Esteja preparado para compará-los junto a seu médico e faça a si mesmo as seguintes perguntas:</p> <p><span style="font-weight: bold;">Sinto-me normal ou há algo errado durante o tratamento médico?</span></p> <p><span style="font-weight: bold;"> Estou deprimido, ansioso ou apenas “esquisito”?</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Existe sangue nas fezes ou na urina?</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Estou me sentindo sonolento, tonto ou confuso?</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Estou preocupado com a possibilidade de não conseguir dormir, comer ou desempenhar minhas atividades normais?</span></p> <p> </p> <p>Se você respondeu “sim” a uma ou mais das perguntas anteriores, você e seu médico podem optar por:</p> <p><span style="font-weight: bold;">Diminuir a dose do remédio prescrito<br /></span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Mudar a maneira de ingerir o remédico (por exemplo, ingerir junto com as refeições).</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Mudar o remédio.</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Ficar um tempo sem o medicamento para comprovar se os efeitos colaterais estão relacionados ao remédio.</span></p> <p><span style="font-weight: bold;">Suspender por completo a medicação (pode-se tentar mudanças de estilo de vida ou o uso de remédios naturais).</span></p> <p> </p> <p> </p> <h3><span style="color: #339966;"><span style="font-weight: bold;">Perigo ao interromper a medicação antes do tempo<br /></span></span></h3> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Anticonvulsivante<span style="white-space: pre;"> </span></strong></p> <p>NOME: Dilantin <span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>USADO PARA: Epilepsia</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO: Crises convulsivas</p> <p> </p> <p>MEDICAMENTO: Antiplaquetário<span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>NOME: clopidogrel, AAS</p> <p>USADO PARA: Doença das artérias coronárias<span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Coágulos sanguíneos que levam a infarto do miocárdio ou AVC</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Antivirais</strong></p> <p>NOME: associação de abacavir, lamivudina e AZT</p> <p>USADO PARA: Infecção pelo HIV</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Resistência à medicação, evolução para Aids, infecções oportunistas potencialmente fatais</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Inibidores da aromatase (IA), moduladores seletivos dos receptores de estrogênio (MSRE)</strong></p> <p>NOME: Arimidex, Tamoxifen</p> <p>USADO PARA: Anular o risco de recidiva de câncer de mama em mulheres</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Aumento da chance de recidiva da doença</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Betabloqueadores como o metoprolol</strong></p> <p>NOME: Lopressor</p> <p>USADO PARA: Doença das artérias coronárias</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Dor torácica, infarto</p> <p>do miocárdio</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Corticosteroides</strong></p> <p>NOME: prednisona</p> <p>USADO PARA: Condições reumatológicas e inflamatórias</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Tontura e hipotensão potencialmente fatal</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Narcóticos/opioides<span style="white-space: pre;"> </span></strong></p> <p>NOME: hidrocodona, morfina, oxicodona</p> <p>USADO PARA: Dor intensa<span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Insônia, náuseas, elevação da pressão arterial e da frequência cardíaca</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Hipoglicemiantes orais</strong></p> <p>NOME: glipizida, gliburida, metformina</p> <p>USADO PARA: Diabete melito<span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Elevação perigosa dos níveis sanguíneos de açúcar que pode evoluir para coma</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Antidepressivos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS)</strong></p> <p>NOME: escitalopram, paroxetina, fluoxetina e sertralina<span style="white-space: pre;"> </span></p> <p>USADO PARA: Depressão, ansiedade</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Recidiva da depressão, pesadelos, idéias suicidas</p> <p> </p> <p><strong>MEDICAMENTO: Estimulantes</strong></p> <p>NOME: anfetamina e dextroanfetamina</p> <p>USADO PARA: Transtorno de déficit de atenção</p> <p>POSSÍVEIS RISCOS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO: Depressão, fadiga extrema</p> <p> </p>

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